(Jerusalem Post – AP – 27/mar/2006)
Alexander
Koptsev, 20, que atacou os freqüentadores da sinagoga Chabad de Moscou,
esfaqueando nove deles, foi condenado a 13 anos de prisão e tratamento
psiquiátrico obrigatório. O tribunal o considerou culpado por
tentativa de homicídio com base racista. Durante o interrogatório,
Alexander Koptsev disse que cometeu o crime porque os judeus vivem melhor que
ele e que foi inspirado por livros e sites da Internet. Também disse
que uma de suas motivações era o “desejo de morrer”.
Segundo a Federação das Comunidades Judaicas, cerca de 1 milhão
de judeus vivem na Rússia que experimenta um ressurgimento da religião
depois das várias ondas de imigração para Israel e outros
lugares. A xenofobia também aumentou. Com centenas de ataques por motivos
raciais contra pessoas do Cáucaso e Ásia Central. Literatura nazistas
e racistas é vendida livremente.
Segundo ataque impedido
Poucos dias depois do ataque em Moscou os guardas de segurança da sinagoga de Kiev impediram outro ataque semelhante. Um homem de 60 anos chegou à sinagoga e pediu para falar com o rabino. Quando eles estavam a sós, o homem puxou uma faca e tentou esfaquear o rabino aos gritos de “todos os judeus devem ser mortos”. Os guardas de segurança conseguiram imobilizar o agressor e a polícia o prendeu.
FIERJ clipping