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| LIBERTAÇÃO |
Quarenta
anos depois, os efeitos da Guerra dos Seis Dias já podem ser muito
bem analisados. Ameaçado em todas as suas fronteiras em junho de
1967, o Estado de Israel reage, lança uma operação
militar fulminante e acaba com o risco de ser destruído pelos exércitos
vizinhos. Em uma campanha de larga envergadura as Forças de Defesa
de Israel ultrapassam as linhas do armistício de 1949 e estabelecem
um novo status na região. Durante estes anos, enquanto o Estado de Israel se desenvolvia, sem os recursos do petróleo, as populações de Gaza e Cisjordânia não se emanciparam e viviam com as condições geradas pela política dos governos egípcio e jordaniano da época. Nada de positivo foi feito nestas regiões, e ao contrário investiram na disseminação do ódio contra os israelenses. E as ameaças continuaram, gerando a guerra de 1956 no Suez, e outras campanhas militares. Em 1967, estas regiões passaram a ser controladas por Israel, e é importante registrar, que acordos de PAZ foram assinados justamente com o Egito e com a Jordânia, sem que Gaza e Cisjordânia constassem dos pleitos de devolução daqueles países. Israel devolveu todo o Sinai, complexos turísticos, poços de petróleo, instalações as mais diversas, estabeleceu acordos comerciais, turísticos, industriais e políticos. Portanto também estes territórios foram libertados em 1967. A população que lá vivia como bucha de canhão e usada para efeito político, abandonada, tem hoje a possibilidade de estabelecer o seu Estado. Nunca é demais recordar o ocorrido em 1970, quando a Jordânia combateu os palestinos e expulsou grande parte deles, com mais de 10.000 mortes, no episódio conhecido por Setembro Negro. Infelizmente assistimos há muito tempo, a violência na região. Atingindo as populações civis que certamente não desejam ir aos enterros de seus filhos. Israel não está mais em Gaza, e anseia pelo fim da violência. Continua a tentar os acordos de Paz, apesar de diariamente estar sendo atingido pelos mísseis Kassan enviados de Gaza. O que se deseja, é que cessem os ataques terroristas, com renúncia total da violência, e que a exemplo do ocorrido entre Israel, Egito e Jordânia, possa o futuro mais próximo possível, nos brindar com o estabelecimento da relação pacífica entre israelenses e palestinos, nas terras libertadas em 1967. Sergio Niskier - presidente da FIERJ |
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| Guerra dos Seis Dias na Globo News |
A partir de domingo que vêm, dia 10, a Globo News vai apresentar uma série de programas fruto de um grande trabalho jornalístico no Oriente Médio sobre a Guerra dos Seis Dias e suas conseqüências. Infelizmente os programas irão ao ar apenas na TV a cabo, deixando de fora as dezenas de milhões de telespectadores de TV aberta. Os programas serão aos domingos, às 23h, ainda sem definição de reapresentação. Sugerimos gravar. |
| Guerra dos Seis Dias em Comunidade na TV |
Conforme anunciamos em nosso último Informe Digital e no programa do dia 4, neste domingo, dia 10, teremos um programa especial sobre a Guerra dos Seis Dias, com um documentário sobre o conflito e uma homenagem especial aos 40 anos de libertação e reunificação de Jerusalém como a capital indivisível do povo judeu. Guerras são marcadas pelo dia de seu término, no caso dia 11 de junho e não pelo seu começo. Comunidade na TV vai ao ar pela CNT/TVJB, canal 9 e 22 (cabo) às 12:15h de todos os domingos, com reapresentação no canal 14 (NET-RJ) às 18:00h, seguido de 45 minutos de música judaica. O programa de domingo fica disponível pelo YouTube na terça-feira. |

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